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resultados oficiais · 1º turno 2026

Eleições 2026 · informação independente

Apuração na Web: resultados ao vivo, mapa do Brasil e quem são os partidos

Role a página para conhecer o painel, entender como funciona a apuração e ler a ficha das 30 siglas que disputam as eleições — com fonte oficial do TSE e atualização em tempo real.

Sobre o painel

A Apuração na Web é um painel independente de acompanhamento das eleições brasileiras de 2026, criado para transformar os dados públicos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em uma visualização rápida, clara e acessível. Em uma única tela você vê, quase em tempo real, quem está na frente na disputa pela Presidência da República, pelos governos estaduais e pelas Casas Legislativas — sem abrir planilhas e sem esperar o boletim completo de cada município ser consolidado.

Todos os números exibidos aqui têm origem nos arquivos oficiais divulgados pelo TSE por meio de seus portais de dados abertos. O painel consulta esses arquivos em intervalos regulares, reconcilia os totais por seção eleitoral e mostra, em cada cartão, a hora da última atualização. Quando o fluxo oficial sofre uma pausa — é comum nos primeiros minutos da noite eleitoral — o painel informa a fonte vigente e mantém em tela o último consolidado confiável, em vez de exibir valores incompletos como se fossem definitivos.

O que você encontra no painel: um mapa interativo do Brasil em nível estadual e municipal, com cores que refletem a liderança em cada território; um ranking com os primeiros colocados de cada cargo; um hemiciclo com a distribuição de cadeiras da Câmara dos Deputados e do Senado por partido; barras de métricas com o percentual já apurado e o total de votos; e um feed de últimas atualizações que registra a chegada de novos boletins, seção por seção.

A navegação é dividida em quatro abas — Presidente, Governadores, Senado e Deputados. Dentro de cada aba, você troca a granularidade clicando nos estados do mapa, usa a barra de busca (ou o atalho Ctrl+K) para encontrar um candidato, um partido ou uma UF, e alterna entre o 1º e o 2º turno assim que o segundo for convocado. Os filtros de cor permitem visualizar quem lidera, quem tem vantagem e como está o avanço da apuração em cada localidade.

Transparência faz parte do produto: resultados eleitorais são preliminares até a totalização encerrada e a eventual homologação, e o painel sinaliza sempre que um dado está sujeito a retificação. Vagas em disputa sem candidato, municípios com apuração ainda em andamento e pendências de totalização aparecem como avisos explícitos nos cartões correspondentes. Use este painel como ferramenta de leitura rápida do cenário — para fins oficiais, a referência continua sendo o TSE e os seus boletins.

Como funciona a apuração no Brasil

A votação no Brasil é feita em urnas eletrônicas, e cada máquina registra o voto do eleitor de forma individual e criptografada. Ao fechar a votação da seção, a urna emite o Boletim de Urna (BU), um documento público com o total de votos, brancos, nulos e comparecimento daquela seção. É a soma dos boletins de todas as seções que forma o resultado de um município, de um estado e, por fim, do país.

A divulgação dos resultados é parcial e progressiva. Conforme os boletins chegam ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de cada estado, os sistemas de totalização os incorporam e o percentual de apuração sobe. Por isso, nas primeiras horas da noite eleitoral é normal ver 2%, 10%, 40% apurado: o painel mostra exatamente esse avanço, sempre com o percentual e a hora da última atualização ao lado do número.

Para a Presidência da República e os governos estaduais, a eleição é decidida pela maioria simples: vence quem obtém mais de 50% dos votos válidos já no 1º turno. Se nenhum candidato atingir esse resultado, os dois mais votados disputam o 2º turno. O Senado segue a mesma lógica de maioria simples em cada estado. A Câmara dos Deputados e as Assembleias Legislativas usam o sistema proporcional, em que a votação da legenda distribui as cadeiras segundo o quociente eleitoral e as sobras.

Votos válidos são os votos nominais somados aos votos de legenda — isto é, a base de cálculo da maioria simples desconsidera os votos brancos e nulos. É por isso que o painel separa a contagem: mostrar apenas o total bruto esconderia a diferença real entre os candidatos. Nas eleições proporcionais, a votação de legenda também conta para o partido, mesmo quando o eleitor não marca nenhum candidato.

A apuração não é instantânea nem uniforme pelo país. Zonas eleitorais grandes, seções especiais e municípios com logística mais complexa demoram mais para consolidar os boletins, e por isso um mesmo estado pode aparecer com 90% apurado enquanto o vizinho está com 60%. O painel trata cada UF de forma independente e sinaliza as pendências — como vagas que ainda não tiveram totalização concluída — para que a leitura não seja enganada por comparações indevidas.

Depois do encerramento da votação, ainda há etapas administrativas: o TRE certifica os resultados, o TSE realiza a soma e a divulgação nacional e, havendo impugnações, o processo pode seguir para os tribunais competentes. Por isso um resultado que parece fechado na madrugada pode sofrer pequenos ajustes nos dias seguintes. O painel atualiza o consolidado sempre que o TSE publica uma versão revisada dos arquivos.

Quem são os partidos

No Brasil, partido político é uma associação permanente, registrada no Tribunal Superior Eleitoral, que disputa eleições sob uma sigla própria, tem direito a tempo de televisão e ao Fundo Partidário e responde por suas ações perante a Justiça Eleitoral. Para existir, a agremiação precisa comprobar apoio popular em eleições anteriores — um percentual do total de votos —, ter diretório nacional e adequar seus estatutos à legislação eleitoral.

O sistema partidário brasileiro é um dos mais fragmentados do mundo: convivem dezenas de partidos ativos, do radical ao moderado, com presença nacional ou regional. Essa multiplicidade explica por que as alianças eleitorais são tão amplas e por que as coligações mudam de um estado para outro. Em 2026, os mesmos partidos disputam a Presidência, os 27 governos, o Senado e as 513 cadeiras da Câmara em frentes diferentes.

Para facilitar a leitura, este painel classifica cada sigla em um bloco ideológico — esquerda, centro-esquerda, centro, centro-direita ou direita — e atribui a ela uma cor fixa usada no mapa, no ranking, no hemiciclo e nos gráficos. A classificação é didática: resume posições históricas de votação e programa em um eixo único, e não substitui a análise do comportamento de cada bancada em temas específicos.

Abaixo, você encontra quem são os partidos que disputam as eleições de 2026: primeiro, os cinco blocos que agrupam as siglas; depois, a ficha de cada um, com sigla, nome completo, cor no painel e uma descrição objetiva. As cadeiras por partido no Congresso aparecem ao vivo na aba Senado e Deputados, no hemiciclo e no cartão "Cadeiras por partido" da coluna esquerda.

Esquerda

O bloco da esquerda reúne siglas que historicamente defendem maior participação do Estado na economia, políticas sociais redistributivas, fortalecimento dos sindicatos e pautas trabalhistas e ambientais. No painel aparecem em tons de vermelho e incluem desde partidos de massas com bancadas grandes até agremiações menores, de atuação mais ideológica. Nas disputas proporcionais, costumam concentrar votos em regiões metropolitanas e no Nordeste, e negociam apoio a candidatos presidenciais de forma diferente a cada eleição.

Centro-esquerda

A centro-esquerda abriga partidos social-democratas, trabalhistas e verdeiros que compartilham a defesa de políticas sociais e de distribuição de renda, mas operam com um pragmatismo maior de governo: apoiam ministérios, articulam emenda e mantêm autonomia em votações locais. É o bloco mais heterogêneo do painel — siglas históricas convivem com partidos novos e com forte presença estadual. No Congresso, costuma ser decisivo para formar maiorias de governo, tanto no centro quanto nas coligações estaduais.

Centro

O centro é o território da articulação: partidos moderados que trocam apoio por cargos, emendas e espaço na coalizão, sem amarração ideológica rígida. São siglas com forte capilaridade municipal e presença em boa parte dos estados, frequentemente na base de governos de diferentes orientações. No mapa eleitoral, aparecem como cores neutras justamente porque mudam de posição conforme a região e o candidato apoiado — o que os torna previsíveis na negociação e imprevisíveis na retórica.

Centro-direita

A centro-direita agrega partidos liberais no econômico e conservadores nos costumes, mas com agendas variadas: há siglas de perfil técnico, outras confessionais e outras puramente regionais. Em geral defendem menor carga tributária, segurança pública e simplificação burocrática, aliadas a forte investimento em política local. No painel, aparecem em tons de azul e verde-água e formam, junto com a direita, o maior bloco de cadeiras nas últimas legislaturas — embora votem separadamente em pautas nacionais.

Direita

A direita reúne partidos que apostam em liberalismo econômico, redução do papel do Estado e, em certa medida, em pautas conservadoras de costumes e segurança. Alguns cresceram de forma expressiva a partir de 2018 e hoje disputam a liderança em estados inteiros; outros mantêm base tradicional e coligações regionais fortes. No hemiciclo, aparecem à direita da bancada, e a sua performance nas urnas costuma ser o termômetro do humor conservador do eleitorado em cada ciclo.

Ficha das siglas que disputam 2026

30 partidos, ordenados do bloco de esquerda à direita. A cor indicada é a mesma usada no mapa, no ranking e no hemiciclo do painel.

  • PCB

    Esquerda

    Partido Comunista Brasileiro

    Partido Comunista Brasileiro é uma das siglas mais à esquerda do espectro, com programa de estatização de setores estratégicos e defesa radical dos direitos trabalhistas. Tem atuação historicamente urbana e intelectual. No painel, aparece em vermelho escuro, na ponta esquerda do hemiciclo.

  • PCDOB

    Esquerda

    PCdoB

    PCdoB é um partido de esquerda com longa trajetória parlamentar, que combina defesa de políticas sociais com pragmatismo de alianças em governos e prefeituras. Tem bancadas historicamente sólidas na Câmara e no Senado. Aqui, aparece em vermelho vivo, entre as siglas de esquerda.

  • PCO

    Esquerda

    Partido da Causa Operária

    Partido da Causa Operária é uma sigla trotskista de atuação estreita mas muito ativa em debates públicos, defende a organização independente dos trabalhadores e rejeita alianças com partidos burgueses. No painel, aparece em vermelho-escuro, na extrema esquerda do hemiciclo.

  • PSOL

    Esquerda

    Partido Socialismo e Liberdade

    PSOL é um partido de esquerda nascido de uma cisão progressista, com bancadas jovens e pauta forte em direitos humanos, meio ambiente e pautas sociais. Costuma liderar debates à esquerda e negociar em bloco com outras siglas. Aqui, aparece em vermelho-escuro no hemiciclo.

  • PSTU

    Esquerda

    PSTU

    PSTU é uma sigla de esquerda de atuação sindical e internacionalista, defensor de greves gerais e de oposição permanente a reformas que considere neoliberais. Tem presença limitada nas urnas, mas alta visibilidade em debates. No painel, aparece em vermelho, na ponta esquerda.

  • PT

    Esquerda

    Partido dos Trabalhadores

    Partido dos Trabalhadores é a maior sigla da esquerda brasileira, nascida do movimento sindical e com trajetória de governos municipais, estaduais e nacionais. Defende políticas sociais, papel ativo do Estado na economia e agenda trabalhista. No painel, aparece em vermelho vivo e lidera o bloco da esquerda no hemiciclo.

  • UP

    Esquerda

    Unidade Popular

    Unidade Popular é uma sigla de esquerda com programa de defesa dos serviços públicos, da saúde e da educação gratuita, e atuação concentrada em capitais e regiões industriais. Costuma coligar-se com as demais siglas de esquerda. No painel, aparece em vermelho-rosa, no bloco da esquerda.

  • AVANTE

    Centro-esquerda

    Avante

    Avante é um partido de centro-esquerda com tradição de coligações flexíveis e forte atuação em eleições municipais. Defende políticas sociais e desenvolvimento regional, mas na prática legislativa age com autonomia em relação aos grandes blocos. No painel, sua cor quente aparece no ranking e no mapa sempre que a legenda lidera uma seção ou um município.

  • CIDADANIA

    Centro-esquerda

    Cidadania

    Cidadania é uma sigla progressista de centro-esquerda, herdeira de uma trajetória partidária longa, que combina pauta social com agenda de modernização do Estado. Costuma disputar espaços em coligações de centro e em governos estaduais. Aqui, aparece em vermelho-rosa no ranking, no mapa e no hemiciclo, entre as bancadas social-democratas.

  • PDT

    Centro-esquerda

    Partido Democrático Trabalhista

    Partido Democrático Trabalhista é uma sigla trabalhista de centro-esquerda, com tradição gaúcha e presença em vários estados, que defende políticas sociais e soberania nacional. Costuma disputar alianças tanto à esquerda quanto no centro. Aqui, aparece em rosa no ranking e no hemiciclo.

  • PSB

    Centro-esquerda

    Partido Socialista Brasileiro

    Partido Social Brasileiro é uma sigla histórica de centro-esquerda, com forte presença em estados do Nordeste e tradição de governos estaduais. Defende desenvolvimento regional, políticas sociais e integração nacional. No painel, aparece em rosa-claro, entre as bancadas social-democratas.

  • PV

    Centro-esquerda

    Partido Verde

    Partido Verde é a principal sigla ambientalista do país, com pauta de sustentabilidade, energia limpa e desenvolvimento territorial de baixo carbono. Atua há décadas em coligações de centro-esquerda. Aqui, aparece em verde vibrante, no bloco da centro-esquerda.

  • REDE

    Centro-esquerda

    Rede Sustentabilidade

    Rede Sustentabilidade é um partido de centro-esquerda fundado em torno da agenda ambiental e da participação cidadã, com forte atuação em estados amazônicos e no Sul. Combina sustentabilidade com pragmatismo de alianças. No painel, aparece em verde-esmeralda escuro.

  • DEMOCRATA

    Centro

    Partido Democrata

    Partido Democrata é uma sigla moderada, classificada no bloco do centro, sem amarração ideológica forte e com discurso de gestão pública. No painel aparece em verde, ocupando a posição intermediária do hemiciclo, e suas candidaturas são acompanhadas no ranking como as de qualquer outro partido nacional.

  • MDB

    Centro

    Movimento Democrático Brasileiro

    Movimento Democrático Brasileiro é uma das siglas mais antigas e presentes do país, com estrutura em todos os estados e forte tradição de articulação parlamentar. Centrista por excelência, participa de governos de diferentes orientações e troca apoio por espaços e emendas. No painel, aparece em roxo, no centro exato do hemiciclo.

  • PSD

    Centro

    Partido Social Democrático

    Social Democrático é um partido de centro, criado para ocupar o espaço do pragmatismo de governo, com rede municipal vasta e negociação constante de apoios. Não tem amarração ideológica rígida e participa de coligações de diferentes cores. Aqui, aparece em verde-esmeralda, no meio do hemiciclo.

  • SOLIDARIEDADE

    Centro

    Solidariedade

    Solidariedade é um partido de centro, ligado a centrais sindicais, que defende direitos do trabalho e políticas de renda com discurso conciliador. Tem atuação municipal destacada. No painel, aparece em lilás, ocupando a posição intermediária do hemiciclo.

  • AGIR

    Centro-direita

    Agir

    Agir é uma sigla de perfil centrista, classificada aqui na centro-direita, que disputa cargos estaduais e municipais com discurso de gestão e eficiência pública. No painel aparece com cor neutra no ranking e no mapa, e sua bancada é acompanhada como as demais forças moderadas que costumam negociar apoio ponto a ponto, sem amarração automática a um bloco nacional.

  • DC

    Centro-direita

    Democracia Cristã

    Democracia Cristã é um partido de inspiração cristã e posição centro-direitista, que defende valores familiares e ação social comunitária. Tem atuação sobretudo municipal e estadual, com coligações variadas. No painel, aparece em azul claro e é agrupado com as siglas confessionais e moderadas da centro-direita.

  • MISSÃO

    Centro-direita

    Partido Missão

    Partido Missão é uma sigla de centro-direita com discurso de transformação social e boa capilaridade em municípios pequenos e médios. No painel, aparece em azul claro e integra o bloco das forças moderadas que disputam vaga no segundo escalão das coligações estaduais.

  • MOBILIZA

    Centro-direita

    Mobilização Nacional

    Mobilização Nacional é uma sigla de centro-direita que aposta em mobilização de rua e em candidaturas regionais. Defende pautas de ordem pública e simplificação burocrática. Aqui, aparece em rosa no ranking e no mapa, e é contado entre as bancadas moderadas do hemiciclo.

  • PODE

    Centro-direita

    Podemos

    Podemos é uma sigla de centro-direita com crescimento rápido e forte presença em governos estaduais, que defende pautas de ordem pública e gestão comunitária. Negocia autonomia em votações nacionais. No painel, aparece em verde-água, entre as forças moderadas.

  • PRD

    Centro-direita

    Partido Renovação Democrática

    Partido Renovação Democrática é a fusão de duas siglas centristas de direita e une tradição parlamentar a discurso de renovação e moralização da política. Tem presença relevante em estados do Centro-Oeste e do Nordeste. No painel, aparece em amarelo, no bloco da centro-direita.

  • PSDB

    Centro-direita

    Partido da Social Democracia Brasileira

    PSDB é uma sigla histórica de centro-direita, social-democrata no programa e tecnocrática na prática, com forte tradição de governos estaduais e ministérios técnicos. Defende modernização da gestão e integração nacional. No painel, aparece em azul-claro, entre as forças moderadas.

  • UNIÃO

    Centro-direita

    União Brasil

    União Brasil é uma das maiores siglas do país, fruto da fusão de duas tradições de centro-direita, com rede municipal ampla e forte presença em estados do Sul e do Nordeste. Defende autonomia regional e negociação pragmática. Aqui, aparece em ciano, entre as forças moderadas.

  • NOVO

    Direita

    Partido Novo

    Partido Novo é a sigla liberal por excelência do Brasil: defende redução de impostos, menor tamanho do Estado e merito nas políticas públicas. Cresceu rápido a partir de 2018 e mantém disciplina de voto notoriamente coesa. No painel, aparece em azul intenso no bloco da direita.

  • PL

    Direita

    Partido Liberal

    Partido Liberal é uma das maiores bancadas do Congresso e a principal sigla da direita brasileira, com agenda de segurança pública, liberalismo econômico e conservadorismo de costumes. Tem força em estados inteiros e é a legenda comumente associada à candidatura presidencial de direita. No painel, aparece em azul forte.

  • PP

    Direita

    Progressistas

    Progressistas é um partido de centro-direita com uma das redes municipais mais amplas do país, tradicional na negociação de emendas e cargos. Defende liberdade econômica e autonomia dos parlamentares em votações locais. Aqui, aparece em laranja no ranking e no mapa.

  • PRTB

    Direita

    Partido Renovador Trabalhista Brasileiro

    Partido Renovador Trabalhista Brasileiro é uma sigla de direita com atuação historicamente regional, defende soberania nacional e disciplina de serviços públicos. Coliga-se de forma pragmática em eleições estaduais. Aqui, aparece em marrom no hemiciclo, junto às demais forças de direita.

  • REPUBLICANOS

    Direita

    Republicanos

    Republicanos é uma sigla de direita com forte base evangélica e presença em quase todos os estados, que defende liberdade de consciência, ordem pública e gestão local. É uma das bancadas mais ativas na negociação de apoio a candidaturas. Aqui, aparece em azul claro, no bloco da direita.

Perguntas frequentes

De onde vêm os dados exibidos no painel?
Todos os resultados vêm dos arquivos públicos do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), publicados nos portais de dados abertos e sistemas de divulgação. O painel apenas transforma esses arquivos em gráficos e mapas; nenhum número é estimado, previsto ou calculado por fontes independentes.
Com que frequência os números são atualizados?
O painel consulta os arquivos oficiais em intervalos regulares durante a noite eleitoral e sempre que uma nova versão é publicada. Cada cartão exibe a hora da última atualização; quando o fluxo do TSE é pausado, o painel informa isso e mantém o último consolidado confiável em tela.
O que significa o percentual de apurado?
É a proporção das seções eleitorais já totalizadas em relação ao total de seções do cargo. Se uma UF aparece com 80% apurado, significa que quatro em cada cinco seções já enviaram boletim. O percentual não é sobre votos e sim sobre o avanço da apuração.
Por que alguns municípios ou estados aparecem depois?
Cada TRE envia os boletins por zona e município, e o tempo varia conforme a logística. Zonas grandes e seções especiais levam mais tempo para consolidar. O painel trata cada UF de forma independente e sinaliza pendências de totalização para que a leitura não seja enganada por comparações indevidas entre regiões.
O que são votos válidos?
São os votos nominais somados aos votos de legenda, excluindo brancos e nulos. É sobre essa base que se calcula a maioria simples de 50% mais um para Presidente, governadores e senadores. Nas eleições proporcionais, os votos de legenda contam para o partido mesmo quando o eleitor não marca candidato algum.
Quando e como funciona o 2º turno?
Se nenhum candidato a Presidente ou a governo estadual obtiver mais de 50% dos votos válidos no 1º turno, os dois mais votados vão ao 2º turno, realizado duas semanas depois. O painel habilita a aba de turno assim que o TSE confirmar a realização da segunda eleição.
O painel é uma fonte oficial de resultados?
Não. O painel é uma ferramenta informativa de leitura rápida construída sobre dados oficiais, mas a referência definitiva é o TSE e os boletins por ele divulgados. Resultados preliminares podem sofrer retificações, e atos de homologação competem exclusivamente à Justiça Eleitoral.
Como o mapa e o hemiciclo são formados?
No mapa, cada estado ou município recebe a cor do candidato ou partido que lidera a apuração ali. No hemiciclo, as cadeiras do Congresso são distribuídas por partido e ordenadas do bloco de esquerda à direita, na mesma lógica de leitura de uma Casa Legislativa real. Clique num estado para detalhar; clique de novo para voltar ao Brasil.

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Última atualização: 9 de outubro de 2026

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